sábado, 9 de abril de 2011

Orquídea salgada num doce areal…


Inauguras a saudade
No peito indefeso,
Gotejando os solstícios do olhar

Sentença platónica
De quem não sabe esperar
Pela madrugada do inferno…

Cada vez mais o inverno é minha sombra….
Enquanto tua luz, suja, arremessa promessas,
Feitas de arritmias prateadas na alma
Manchadas de ilusão.

O que me salva das tempestades
ainda São as nuvens
Se não meu coração
Seria mais um oceano nas tuas mãos…
A Recordar
A ser embalado nos teus braços
A suspirar Retalhos de mar…

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