o teclado,
musicando
a mágoa.
a cara
invernando
a chuva.
o peito
soluçando
a amargura.
virtualmente
acenando
o "até já".
separadamente,
juntos,
nesta encruzilhada
de circuitos e de estradas.
aqui sou príncipe,
lá,
debaixo do céu cru,
sou um bengalês
disfarçado de português.
seria mais que uma Ventura
amarmo-nos
longe das páginas,
nas despidas ruas.

